Agenda da Província

Palavra da Provincial

Sínodo 2021-2023

Com o objetivo de escutar todo o povo de Deus o Papa Francisco abriu em outubro de 2021 o Sínodo. “Toda a Igreja está convocada pelo papa Francisco a percorrer o caminho da sinodalidade Para uma Igreja sinodal: comunhão, participação e missão”. Assim, ele “convida a Igreja inteira a se interrogar sobre um tema decisivo para a sua vida e a sua missão: “O caminho da sinodalidade é precisamente o caminho que Deus espera da Igreja do terceiro milênio”” Papa Francisco.

A Igreja de Jesus Cristo, ao longo de sua história, concretizou muitos passos e aprendizados. Foi a partir do Concílio Vaticano II (1962-1965), que ela percebeu com clareza que o melhor jeito de ser e de caminhar, para bem cumprir a sua missão, é o “jeito sinodal”. Não se trata de tarefa fácil, exige muita preparação e profunda conversão de todos ao projeto de Deus.

“Sinodalidade é o esforço coletivo e a busca contínua de aprendermos a “caminhar juntos” como irmãos e irmãs que somos. É um jeito de ser Igreja pelo qual cada pessoa é importante, tem voz, é ouvida, capacitada e envolvida na realização da missão. Não se trata mais de estar uns sobre outros, mas de nos colocarmos entre iguais para juntos fazermos a experiência de fé, frente aos desafios internos e externos que se apresentam em nosso dia a dia”. Dom Walmor Oliveira de Azevedo.

Sejamos fieis a convocação do nosso pastor Papa Francisco e participemos do caminho sinodal, participando ativamente dos processos das nossas dioceses, paróquias, estudando, vibrando e rezando.  “O protagonista do Sínodo é o Espírito Santo. Se não tiver o Espirito Santo, não haverá Sínodo. Vivamos este Sínodo no espírito da ardente oração que Jesus dirigiu ao Pai pelos seus:” Para que todos sejam um só”   Jo. 17,21 – Papa Francisco.

Oração do Sínodo

Eis-nos aqui, diante de Vós, Espírito Santo!

Eis nos aqui, reunidos em vosso nome!

 

Só a Vós temos por Guia:

 vinde a nós, ficai conosco,

 e dignai-vos  habitar em nossos corações.

 Ensinai-nos o rumo a seguir

e como  caminhar juntos até à meta.

 

 Nós somos débeis e pecadores:

 não  permitais  que sejamos causadores da desordem;

que a ignorância não nos desvie do caminho,

nem as simpatias humanas ou o preconceito nos tornem parciais.

 

 Que sejamos um em Vós,

Caminhando juntos para a vida eterna,

sem jamais nos afastarmos da verdade e da justiça.

 

Nós vo-lo pedimos

a Vós, que agis sempre em toda a parte,

 em comunhão com o Pai e o Filho,

Pelos séculos dos séculos.

 Amém.

Ir. Maria da Glória – Priora Provincial

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Espaço Interativo

Notícias

  • Para o Dia Mundial das Missões deste ano Papa Francisco escolheu um tema que se inspira na história dos discípulos de Emaús, narrada por Lucas no seu Evangelho (cf. Lc 24, 13-35): “Corações ardentes, pés a caminho». Aqueles dois discípulos estavam confusos e desiludidos, mas o encontro com Cristo na Palavra e no Pão partido acendeu neles o entusiasmo para pôr os pés ao caminho rumo a Jerusalém e anunciar que o Senhor tinha verdadeiramente ressuscitado.

    Na narração evangélica, apreendemos a transformação dos discípulos a partir de algumas imagens sugestivas: corações ardentes pelas Escrituras explicadas por Jesus, olhos abertos para O reconhecer e, como ponto culminante, pés a caminho. Meditando sobre estes três aspetos, que traçam o itinerário dos discípulos missionários, podemos renovar o nosso zelo pela evangelização no mundo de hoje“.

    Nós, neste mês de outubro somos convidados a apoiar os missionários e fazer parte da missão de Deus no mundo, através: da oração, do suporte financeiro regular, pequenas ações – grandes consequências.

    Os missionários recebem a responsabilidade de pregar o evangelho a todas as pessoas, batizando-as e ensinando-as a fazer todas as coisas que o Senhor ordenou (Mt 28, 19–20). Os missionários santos dos últimos dias custeiam a própria missão, pregando a mensagem do evangelho em todas as partes do mundo.

    Ir. Andreza Mara Lobo

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  • “Tua Palavra  é lâmpada para os meus pés, e luz  para o meu caminho” (Sl 119, 105)

    No mês de setembro somos chamados a dar especial atenção à Palavra de Deus, todos os anos, em nossas comunidades, a Bíblia sempre recebe especial cuidado.

    De que adianta exaltar “o livro” quando estamos distantes do conhecimento do seu conteúdo?

    Somos chamados, com sinceridade, a repensar nossas atitudes e a nos questionar sobre qual importância estamos dando à Palavra de Deus no cotidiano da nossa vida pessoal, familiar e comunitário.  

    Desde o Concílio Ecumênico Vaticano II (1965) a Igreja Católica vem dando especial atenção à Palavra de Deus. O próprio Concílio dedicou um especial e profundo estudo sobre a mesma. Com a Constituição dogmática “Dei Verbum”, sobre a revelação divina, os bispos participantes desse extraordinário sínodo afirmaram que é preciso que os fiéis tenham acesso à Sagrada Escritura (cf. DV 22). 

    Isso significa que não é suficiente para os fiéis ouvir os textos sagrados nas liturgias, é necessário que cada um sinta a necessidade de querer manusear o Livro Sagrado, tendo para com ele grande familiaridade. 

    Continua o Concílio afirmando que “é necessário, por isso, que todos os clérigos e, sobretudo, os sacerdotes de Cristo e outros que, como os diáconos e os catequistas, se consagram legitimamente ao ministério da Palavra, mantenham um contato íntimo com as Escrituras, mediante a leitura assídua e o estudo acurado, a fim de que nenhum deles se torne pregador vão e superficial da palavra de Deus por não a ouvir de dentro, tendo, como têm, a obrigação de comunicar aos fiéis que lhes estão confiados as grandíssimas riquezas da palavra divina, sobretudo, na sagrada Liturgia” (DV, 25). Ninguém pode dar aquilo que não tem!

    O Deuteronômio afirma que a Palavra de Deus está ao nosso alcance (cf. Dt 30,14). São Paulo, com a mesma convicção, afirma: «a Palavra está perto de você, em sua boca e em seu coração. Isto é, a Palavra da fé que nós pregamos” (Rm 10,8). 

    Sim, é verdade! Está perto de nós e ao nosso alcance, mas, lamentavelmente, a inércia, o comodismo espiritual, a falta de fé e o jejum da Palavra de Deus aprisiona a muitos, levando-os à indiferença.   

    A Igreja Católica está comprometida com a sua renovação interior e essa experiência passa, inevitavelmente, pelo encontro íntimo com a Palavra de Deus. A acusação de que o “católico é um ignorante da Bíblia” é grave! E deve ser superado urgentemente!  

    Lamentavelmente, a ignorância sobre a Palavra de Deus gera graves prejuízos aos fiéis católicos. Bem como é grave e danoso quem usa os textos Sagrados como arma para atacar os outros e manipular consciências. 

    A ignorância leva as pessoas à indiferença, ao relaxamento moral, à falta de fé, à fragilidade interior, ao vazio doutrinal, ausência de paixão missionária, frágil sentido de pertença, superficialidade na oração, falta de seriedade na relação com Deus e com a Igreja. É um verdadeiro drama pastoral. Por isso, há tanta vulnerabilidade religiosa. 

    A resposta a essa situação delicada deve começar a partir da catequese. Todavia, em muitas paróquias, a maioria dos nossos crismandos, concluem seu processo de “formação” sem terem, sequer, lido um dos evangelhos. “A ignorância das Escrituras é ignorância de Cristo” (São Jerônimo). 

    O Documento de Aparecida (2007) afirma: “Faz-se, pois, necessário propor aos fiéis a Palavra de Deus como dom do Pai para o encontro com Jesus Cristo vivo, caminho de “autêntica conversão e de renovada comunhão e solidariedade” (Doc. de Aparecida, N. 248).

    O conhecimento da Palavra de Deus é uma urgência, pois ela propicia a autêntica iniciação à vida cristã que se dá com o encontro com a Pessoa de Jesus Cristo (cf. Doc. de Aparecida, N. 289). 

    Ir. Andreza Mara Lobo, op

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  • Refletir sobre vocação no mês de Agosto, vem à nossa memória, nosso grande patriarca São Domingos, seu amor pela Palavra de Deus, pela Eucaristia e por Maria. Neste Ano de 2023, A Igreja nos traz o tema do 3º Ano Vocacional: Vocação – Graça e Missão, sugiro resgatarmos as mulheres que são celebradas neste mês como Santa Tereza Benedita da Cruz (Edith Stein) – Carmelita, Santa Clara de Assis, Maria de Nazaré (Assunção e Rainha), Santa Dulce dos Pobres, Santa Rosa de Lima e Santa Mônica. Essas mulheres nos questionam devido a sua coragem de ressignificar no seu tempo, a história das pessoas, na construção do Reino de Deus. Muitas delas religiosas e duas são mães de família. Que a vida de dedicação de cada uma destas mulheres nos ajudem a fazer “novas todas as coisas” (Ap 21,5), que a vida religiosa nos propõe, e a Igreja nos que nos convoca neste ano de a termos “Corações ardentes, pés a caminho” (Lc 24,32-33).

    Ir. Marilda Ferreira op.

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