Agenda da Província

Palavra da Provincial

Páscoa é renovação!

É tempo de celebrar a vida nova!

É ocasião propícia para permitir que o amor e a bondade sejam os moventes das nossas ações e fazer florescer em nossos corações a esperança em dias melhores!

É tempo de viver em paz, promover a paz e dar a paz!

É a festa da vitória do bem sobre o mal!

É a alegria de sermos gerados para uma vida nova em Cristo Jesus!

Na Páscoa busquemos ressuscitar sonhos, sorrisos, alegrias e a vida!

Busquemos um propósito e façamos a mudança acontecer!

Que a alegria da Páscoa invada nossos corações e nos encha da luz verdadeira que é Jesus!

Quando desejamos feliz Páscoa confirmamos nossos desejos por um mundo melhor. Um mundo mais justo, fraterno, de paz e onde todos somos irmãos!

É tempo de esperança e ação!

Que os caminhos da vida se enfeitem de mais flores e de rebentos de vida nova!

Que os nossos corações se encham de alegria e rejubilem nossos sentimentos com gratidão pela Vida que vence a morte!

Feliz Páscoa!

Irmã Maria da Glória Inácio

Priora Provincial

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Notícias

  • Quando Jesus viu a sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à sua mãe: “Mulher, eis aí o teu filho”. Depois disse ao discípulo: “Eis aí a tua Mãe’ (Jo19, 26-27)

    Você pode estar se perguntando, porque o mês de maio é dedicado à Maria Santíssima? Podemos afirmar que a Tradição surgiu na Grécia.

    A ideia de um mês dedicado a Maria, remonta aos tempos Barrocos – séc. XVII, em maio, o mês de Maria, incluía trinta exercícios espirituais diários em homenagem à Mãe de Deus. As formas na qual Maria é honrada em maio são tão variadas como as pessoas que a honram no mês de maio.

    As paróquias costumam rezar uma oração diária do terço e muitos preparam um altar especial com um quadro ou uma imagem de Maria.

    Tem também uma grande tradição por nós católicos que se chama a Coroação de Nossa Senhora, um costume conhecido como Coroação de Maio.

    Muitas famílias separam em seus lares um lugar especial para Maria, participando plenamente na vida da Igreja, como expressão de amor a seu Filho Jesus.

    Nosso Fundador o Venerável Padre Giocondo Lorgna nos diz: “Do Fiat ao Magnificat, doa abandono ao Canto de alegria e de agradecimento: eis o esplêndido itinerário de uma espiritualidade eucarística e mariana.”

    Enfim... Maria é a Mãe de todos os Cristãos, dos Consagrados e Consagradas. Que cada dia ela possa ser nossa intercessora junto ao seu Filho Jesus para sermos fiéis aos desígnios de Deus em nossas vidas.

    Ir. Marilene Claudino Bonfim

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  • Páscoa: vida que venceu a morte

                A palavra Páscoa se origina em latim Pascha, que deriva do hebraico Pessach/ Pesach, que significa “a passagem”. Essa “passagem” encontra-se no livro do Êxodo na ocasião da libertação do povo israelita da escravidão do Egito.

                Para os Judeus a Páscoa é uma comemoração que surgiu na tradição judaica em memória da libertação do povo hebreu da escravidão do Egito. Na tradição hebraica, a festa aconteceu porque Javé enviou uma ordem para que Moisés repassasse aos hebreus. Os judeus relembram a passagem do anjo da morte durante o acontecimento da décima praga do Egito – a morte dos primogênitos.

                No Cristianismo, a Páscoa possui um significado distinto da crença judaica, mas, apesar disso, a festa cristã possui uma ligação direta com a dos judeus. Para os cristãos a Páscoa nos remete ao momento de sofrimento vivido por Jesus: sua crucificação e morte, seguido de sua ressurreição que aconteceu no terceiro dia após sua morte na cruz. E como nos diz São Paulo em 1Cor15,14: “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e também é vã a nossa fé”. Esse pequeno trecho da Sagrada Escritura nos apresenta a dimensão do grau de importância da ressurreição para a crença cristã. Esta colocação de São Paulo nos dá a entender que sem a Páscoa, isto é, sem a Ressurreição de Cristo, nossa fé não tem sentido prático. A morte de Cristo foi um sacrifício voluntário com o propósito de salvar a humanidade de seus pecados e por meio deste sacrifício a humanidade ganhou uma nova oportunidade de conversão. Por isso, essa é a solenidade mais importante da Igreja, “a mãe de todas as vigílias” no dizer de Santo Agostinho.

                Diante do exposto cabe perguntarmos: como viver a Páscoa hoje?

                Arrisco uma resposta: Em uma sociedade globalizada ser sinal de ressurreição e esperança é mais do que nunca demonstrar as pessoas a verdade sobre o existir humano, pois, enquanto muitos vivem como se não fossem morrer, outros ficam estáticos sem motivos para viver. Ao nascermos trazemos em nosso corpo a certeza de que não somos eternos aqui, um dia faremos nossa páscoa definitiva junto a Deus; como nos diz a Carta aos Hebreus 13,14: “ ... não temos aqui a nossa pátria definitiva, mas buscamos a pátria futura.” Com esta certeza precisamos carregar a nossa cruz com amor para um dia ressuscitar com Ele. Lembrando que a cruz, para quem tem fé, não é sinal de morte e sim um sinal da vida que venceu a morte. A ressurreição não é somente para depois da morte, mas é uma experiência em vida de quem já se sente e percebe inundado pela luz da vida eterna. Experiência vivida por Jesus que viveu mergulhado no Pai.

                Papa Francisco nos diz: “Deixemo-nos contagiar pela esperança de Cristo, que é a vitória do amor sobre a raiz do mal e que transforma o mal em bem: marca exclusiva do poder de Deus”. Outro autor nos diz: “A maior dor e frustração deste mundo, não podem apagar a força da ressurreição que habita o coração cristão”.

    Ir. Fátima Melo

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  • QUARESMA BENDITA !

    Bendita Quaresma que se bem vivida vai nos levando a celebrar o acontecimento mais lindo e importante que a história nos deixou: A Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.

    Para chegar a este momento foi preciso mais de quarenta anos pelo Deserto deixando o Egito pela Terra Prometida. Lembremo-nos de que Deus e Moisés sempre na frente e também tentações não faltaram. Entraram na terra da Abundancia dada por Deus ao povo como seu lar para sempre.

    Quantos dons e bens o Pai nos tem oferecido. Poderíamos agora, com um exercício espiritual escrever ou refletir nossa lista de dons já recebidos na vida.

    Nessa quaresma vamos nos converter, agradecer e deixar que Ele continue fazendo fecundo o trabalho de nossas mãos.

    O Profeta Isaías anunciou em um de seus belos poemas uma coisa nova: Ele se lembra do Êxodo do Egito e afirma que o Senhor vai fazer outra coisa ainda mais maravilhosa – Experimentar a força da Ressurreição? O que significa isso? É mistério profundo, visível pelos olhos da fé mas sentido pelas cordas do coração.

    É isso que buscamos nesses dias da quaresma e é isso que trilhamos em todos os dias da nossa vida. A força da Ressurreição e não é força do levantar-se sozinho, mas tomando pela mão aquele outro que ainda não despertou do sono, da desilusão, desencanto.

    De modo simples e profundo Paulo coloca para nós duas situações para meditarmos hoje: correr para alcançar o Senhor, visto que Ele já nos alcançou. Ele se adianta sempre, estendo sua mão como fez com o cego, coxo, leproso e outros incontáveis.

    São João Evangelista entra aqui com o texto 8,1-12 – aquele da mulher pecadora... Alguns diziam que a mulher é Maria Madalena e um olha para o outro – o povo olha para Jesus – os fariseus olham para a mulher, olham para Jesus – Jesus olha para o chão. Depois da insistência, novos olhares, Jesus olha para eles – eles se entreolham – a mulher olha para Jesus, olha para eles.  Na última cena de olhares: o de Jesus para a mulher, este é o mais belo – é o olhar do perdão. Esse é o perdão do Senhor que queremos pra todas nós nesta quaresma.

    Agora Pe. Giocondo fala: Podemos olhar Jesus que no calvário morreu coberto de opróbio e de sofrimento e exclamar com S. Paulo: - “Quem não ama Jesus seja anátema. Mas não pensemos, ó minhas filhas, se Jesus nos ama sofrendo e morrendo, é deste modo que devemos corresponder ao seu amor”. 

    O que fica para mim é o recado e o significado da ternura, e que a Páscoa nos encontre felizes e oferentes a Deus.

    Neste momento que não passa, a Eucaristia nos sustente e nos faça experimentar a alegria de fazer parte do Reino.

    Irmã Luiza Zacura

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